
sem palavras!!!!!!!

UM ABUTRE SEGUINDO UMA CRIANÇA, QUASE DESFALECIDA, NO SUDÃO.O FOTÓGRAFO GANHOU UM PRÉMIO RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE...MAS FOI ENCONTRADO MORTO DIAS DEPOIS, VÍTIMA DE ENVENENAMENTO.
A fome atingiu proporções catastróficas, 75% da população, segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), o que coloca o país, SOMÁLIA, no topo da lista dos países com maior número de subnutridos do mundo.
Nos anos seguintes a situação piorou: a guerra civil, que dividiu o território em lugares em poder dos grupos inimigos, secas colossais atingiram a região do Chifre da África e destruiram lavouras inteiras. Muitos homens e seus animais ficaram sem água nem comida. Para piorar, não existem meios seguros de distribuição.
Atualmente, cerca de 60% da população somali é de nômades ou seminômades criadores gado, camelos e cabras. Cerca de 25% da população são agricultores, fixados nos vales férteis dos rios Juba e Shebelle, no sul do país. O restante da população vive nas cidades.Sobre a fome na África: Angola, Etiópia, Somália, Congo ...MOÇAMBIQUE
Os curandeiros também embolam o meio de campo na crise do HIV. Muitos moçambicanos nunca viram um médico na vida e só vão nos médicos tradicionais. Aí o curandeiro dá ervas, batata africana, aloe vera; as infecções oportunistas – diarréia, bolhas, herpes zoster, tuberculose – melhoram e a pessoa acha que está bem. Só que o fato de a diarréia ter parado não quer dizer que a carga viral esteja mais baixa ou que a contagem de CD4 (células de defesa) esteja mais alta. Quando o paciente chega no hospital, a Aids já está tão avançada que os anti-retrovirais não funcionam mais.
Em Moçambique existe uma iniciativa da Cruz Vermelha para promover um intercâmbio entre curandeiros e médicos, para que os curandeiros reconheçam os sintomas do HIV e encaminhem o paciente para os médicos. O problema é que, embora existam curandeiros que entendem os limites da medicina tradicional, outros (1) acreditam que os medicamentos tradicionais podem realmente curar a Aids; (2) tentam se aproveitar da situação e arrancam dinheiro do paciente, tratando uma doença que eles sabem que precisa de cuidados especiais; ou (3) pensam que a Aids é resultado de feitiço, por n razões: porque você não fez a missa para o seu avô, porque seu vizinho tem inveja de você, porque você não fez o ritual de purificação depois que seu marido morreu... Aí o doente vai atrás de fazer essas coisas e não faz nada em relação à doença.
SUDÃO
As principais causas do aumento estão relacionadas ao conflito que vive o país e à seca da árida região africana onde se localiza o Sudão.
Segundo o coordenador do PMA no sul do Sudão, Leo van der Velden, esse aumento da fome na região coincide, além disso, com o início da temporada de chuvas, o que bloqueia as estradas e impede o acesso dos povos à distribuição de alimentos.
A agência da ONU estima para 2010 que as ações para atenuar a fome na região serão concentradas entre dois e oito meses do ano, em função da intensidade das precipitações. Esse planejamento tem o objetivo de fornecer às famílias alimentos suficientes para quando o auge da crise de fome volte em outubro e novembro.
Segundo afirmou o ministro de Agricultura sudanês, Samson Kwaje, no mesmo comunicado da PMA, a maior escassez de alimentos afeta o estado de Jonglei.
A ONU acrescentou que o programa de 2010 de assistência alimentar em todo o Sudão tem um déficit de US$ 485 milhões, necessários para chegar aos 11 milhões de sudaneses que PASSAM FOME DIARIAMENTE.
QUÊNIA
NAIRÓBI, Quênia — A seca que se estende pelo leste da África pelo quarto ano consecutivo, junto com o constante aumento dos preços dos alimentos básicos e a desvastadoras guerras, ameaçam milhões de pessoas com a fome.
Em junho, o Programa Mundial de Alimentos (PMA) advertiu contra as consequências mortais da seca persistente, os conflitos e o custo dos alimentos nessa parte do continente africano, o que está acontecendo agora.
No Quênia, por exemplo, o país conheceu a pior seca da última década por causa da quase ausência total de precipitações durante a temporada de chuvas, em particular nas regiões áridas e semi-áridas do norte, explica o porta-voz do PMA, Marcus Prior.
"Cerca de um queniano em cada dez precisa de ajuda alimentícia", segundo a agência da ONU. O organismo prevê que deverá socorrer 3,8 milhões de quenianos afetados pela seca e pela contínua alta dos preços.
O milho, a principal colheita do país, será inferior em 28% em relação à média dos cinco últimos anos. Os pastos e a água para o gado diminuem rapidamente provocando a morte de bois e vacas.
Segundo o PMA, a população já está sofrendo com a fome, a má nutrição já causa estragos entre as crianças e o gado está morrendo.
"Alguns quenianos lutam para sobreviver e adotaram estratégias extremas, como reduzir o número de refeições diárias, comer alimentos mais baratos e menos nutritivos, imigrar para zonas urbanas ou contrair dívidas enormes".
A situação também é difícil nos países vizinhos como Etiópia, norte de Uganda, Djibuti ou Somália, onde o PMA oferece assistência alimentar a cerca de 17 milhões de pessoas.
Em Uganda, onde o PMA ajuda um milhão de pessoas, principalmente no norte e leste do país, o problema vai aumentar se não chover nos próximos dias, afirmou o ministro da Informação, Kabakumba Masiko.
Na Tanzânia, o governo enviou recentemente 40.000 toneladas de cereais às regiões do norte, onde se detectam "bolsões de fome", segundo o ministro da Agricultura, Stephen Wasira.
Quanto à Somália, imersa numa guerra civil há duas décadas, o país conhece atualmente sua pior crise humanitária, com um terço de seus 10 milhões de habitantes dependentes da ajuda internacional. Uma criança em cada cinco sofre de má nutrição.
O déficit pluviométrico tem consequências dramáticas para a agricultura de subsistência do continente, onde as colheitas são muito modestas.
A resposta internacional tem sido igualmente errática e superficial.
Para piorar a situação, a volta das chuvas geralmente é sinônimo de inundações destrutivas e doenças causadas pela má qualidade da água.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) prevê níveis de chuva superiores à média nos próximos meses e no começo de 2010, com um novo fenômeno El Niño.
obs..FONTE G1







