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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

DEUS É FIEL

obs:  Recebi esta mensagem de Joana Leopoldino no orkut.
 
Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu.

Hebreus 10.23 


Nem sempre as coisas funcionam como queremos, e, quando isso ocorre, o melhor é reter a confissão da nossa esperança: de que Ele cumprirá tudo o que prometeu em Sua Palavra. Por maiores que sejam as promessas do Senhor e por mais impossível que pareça a confirmação delas, confie em Deus. Ele é fiel, e, por isso, realizará tudo o que prometeu a nosso respeito.

Se você anseia que sua vontade seja feita na hora que sente o desejo, ainda não deixou de ser imaturo espiritualmente (Ef 4.13,14). Ao fazer isso, mostra-se igual aos pequeninos mimados, os quais ficam emburrados se os pais não satisfazem seus desejos logo que são manifestos. Ora, se Deus não o atende em alguma coisa, provavelmente Ele o faz para seu bem.

Quando não tiver a resposta que gostaria de receber, examine seu coração e veja se aquilo realmente foi prometido pelo Senhor. É bom também verificar se não há pecado em sua vida, pois ele o afasta de Deus. Se as pessoas fossem atendidas quando tivessem transgredido, sem dúvida, justificariam seus erros, dizendo que o Pai aprova a conduta delas, pois Ele sabe das suas necessidades, e que, no caso delas, aquilo não é pecado.

Se a bênção demora a aparecer, a orientação do Espírito Santo é que retenhamos a confissão da esperança; com isso, nós nos fortalecemos, e as barreiras do inimigo vão sendo derrubadas. Quando a fé surgir forte em seu coração, bastará apenas uma palavra de ordem, pronunciada em Nome de Jesus, para que se materialize aquilo de que você necessita. Seu direito ao que Jesus nos comprou será sempre assegurado!

A esperança que brotou em nosso coração por ouvir a Palavra de Deus nos garante que o Altíssimo cumprirá tudo o que tem prometido. Algumas vezes, teremos de fazer o mesmo que Daniel, o qual precisou de 21 dias de oração e jejum para que um arcanjo de Deus viesse e derrotasse o demônio opositor (Dn 10.13). O certo é que o Senhor irá assisti-lo sempre que for preciso.

A promessa que lhe foi feita pode ser grande. A sua realização pode parecer impossível, mas, se você a conseguiu pela divina Palavra, não será derrotado; ao contrário, verá a confirmação dela, tão logo as condições estabelecidas nas Escrituras sejam cumpridas. Deus é fiel e jamais negará o que tem prometido.

Sendo cristãos, nascidos de novo, fazemos parte do Corpo de Cristo e, por isso, podemos dizer que somos parte de Deus também. Não há por que o Pai não nos abençoar com tudo o que nos foi preparado. Não seja preguiçoso em aprender seus direitos em Cristo nem medroso em reivindicá-los! Eis um segredo importante para guiar sua caminhada na fé! Ponha em prática tudo o que lê na Palavra.

Em Cristo, com amor,


valmir e INÊS lima - Grande e abeçoada mensagem, vou postar no blog em seu nome , obg...!!!!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

CARNAVAL

. Para homenagear o Deus Saturno, havia uma festa na Roma Antiga chamada “Saturnais”. As escolas ficavam fechadas, os escravos eram soltos e as pessoas saíam às ruas para dançar. Carros (chamados de “carrum navalis” por serem semelhantes aos navios) levavam homens e mulheres nus em desfile. Muitos dizem que pode ter sido daí a expressão “carnavale”.
. A Igreja Católica se opunha a estes festejos pagãos, mas, em 590, decidiu reconhecê-los. Exigiu, porém, que o dia seguinte (Quarta-Feira de Cinzas) fosse dedicado à expiação dos pecados e ao arrependimento.
 De lá para cá, o Carnaval foi mudando aos poucos de cara. Na Idade Média, incluía sátiras aos poderosos. Os foliões se protegiam de possíveis retaliações com a desculpa de que a festa os deixava loucos (“folia”, em francês, significa loucura).
 No Brasil o início da festa é conhecido como “grito de carnaval”. Antigamente os clubes promoviam festas pré-carnavalescas com este nome. Nessas festas as pessoas iam fantasiadas e cantavam e dançavam ao som de marchinhas de Carnaval.
. A data em que se comemora o Carnaval é definida com base na Páscoa. A Quarta-Feira de Cinzas sempre cai 46 dias antes do domingo da festividade, que é a soma dos 40 dias que antecedem o Domingo de Ramos com os 6 dias da Semana Santa.
. Em 1855 houve aquele que foi considerado o primeiro desfile de Carnaval. Uma comissão de intelectuais formou um bloco chamado “Congresso das Sumidades Carnavalescas”. Os participantes foram até o palácio de São Cristóvão pedir para que a família real assistisse ao desfile. Dom Pedro II aceitou o convite. A polícia do Rio de Janeiro autorizou o desfile de blocos pelas ruas em 1889.
Foi na Rua Visconde de Itaúna, próximo a Praça Onze, que nasceu o samba. Uma roda de amigos improvisava versos na casa de uma das moradoras do morro, a tia Ciata (Hilária Batista de Almeida). Em 6 de agosto de 1916, o grupo criou a música O Roceiro, que caiu no gosto do povo. Depois de repetida em outras noites, sempre com muito sucesso, Donga, um dos participantes, resolveu registrar a canção em seu nome, com o título de Pelo telefone. Quando ela foi gravada, em 1917, os outros integrantes do grupo – Germano Lopes da Silva, Hilário Jovino Ferreira, João da Mata, Sinhô e tia Ciata – reivindicaram direitos pela composição. Donga contestou essa versão.
. O nome do ritmo é de uma língua africana chamada banto, falada em Angola. Há duas versões para sua origem: ou ela deriva do termo samba (bater umbigo com umbigo), ou é uma junção de sam (pagar) e de ba (receber). Nas antigas rodas de escravos se praticava a umbigada, dança em que dois participantes davam bordoadas um no baixo-ventre do outro.
 O Carnaval brasileiro é descendente do “entrudo” português. O dicionário diz que entrudar significa molhar com água, empoar de goma ou talcos, fazer peça. E a farra era esta mesmo. No século 17, os foliões se armavam de baldes e latas cheias de água. E todos acabavam molhados. Até Dom Pedro II se divertia jogando água nos nobres. Acontecia aqui antes do início da Quaresma e durava três dias, do domingo até a terça-feira gorda.
. Com o passar dos anos, a brincadeira foi ficando mais agressiva. Água suja, farinha e talco lambuzavam as roupas dos brincalhões. Limões, laranjas e ovos eram atirados em quem estivesse na rua. Logo surgiu uma lei proibindo o entrudo. Em 1854, um chefe de polícia do Rio de Janeiro (RJ) determinou que a partir daquela data o entrudo tinha de “ser seco para não estragar as roupas mais custosas e cuidadas e não provocar desordens e confusão”. O entrudo à seco se transformou no Carnaval.
Fonte: O Guia dos Curiosos

domingo, 22 de janeiro de 2012

ÁGUIA


Habitat

Ocorre na Eurásia, no Norte de África e na América do Norte.
Em Portugal, nidifica no Parque Nacional Peneda-Gerês e nos troços internacionais dos rios Douro e Tejo e respetivos afluentes.
A área de procriação na América do Norte inclui o México norte-central, a zona ocidental dos Estados Unidos – Dakotas, Kansas e Texas –, o Alasca e o norte do Canadá. Durante o inverno, avistam-se exemplares no Alasca meridional e no Canadá e no oeste dos Estados Unidos e do México. São vistos alguns no estado do Minnesota todos os outonos durante a migração e ocasionalmente no rio Mississippi durante o inverno.
A águia-real é protegida pelo governo dos Estados Unidos e considerada ameaçada de extinção. A caça, a eliminação de presas por alteração do habitat natural e o envenenamento por mercúrio são os fatores principais que limitam as populações desta ave. A águia-real abandona o ninho, mesmo durante a incubação, se for perturbada.

A época de reprodução inicia-se em meados de janeiro e prolonga-se até maio-setembro, podendo variar de acordo com a zona geográfica. Cada casal pode ter até 10 ninhos, mas só 2-3 são usados em rotação. Alguns casais usam o mesmo ninho cada ano, enquanto outros alternam os anos. O mesmo ninho pode ser utilizado por gerações. O ninho é normalmente construído num precipício alto. Entretanto, podem ser utilizadas árvores quando não há precipícios disponíveis. O local de nidificação preferido é onde a presa pode ser avistada facilmente. O ninho pode atingir dimensões enormes, se o local o permitir. Alguns ninhos de precipício medem 2,5 a 3 m de diâmetro por 1 a 1,20 m de espessura. O ninho é volumoso e composto de varas, ramos, raízes, ervas daninhas e mato. A fêmea é responsável pela maior parte do período de incubação, embora o macho ajude frequentemente. A postura pode ser de 1-4 ovos; no entanto, é mais comum ser de dois ovos. A cor dos ovos é branco sujo, com manchas castanhas ou castanho-avermelhadas. A incubação dura 35-45 dias. As crias que nascem primeiro são mais fortes e, frequentemente, matam os irmãos menores e mais fracos, sem que os pais interfiram. O filhote é dependente dos pais durante 30 dias ou mais.

 

  • Uma águia pode transportar até 30 kg em voo.
  • A águia-real é conhecida por mergulhar para capturar a presa a velocidades calculadas entre 240 e 320 m.
  • Já se viram águias-reais capturar animais voadores tão grandes como tarântulas.
  • Foram também vistas, ocasionalmente, comendo morcegos putrefatos.
  • Pode acontecer um peixe ser derrubado na água 6 ou 7 vezes antes de ser consumido pela águia[1]


sábado, 6 de agosto de 2011

AMOR VERDADEIRO





E por se multiplicar a iniqüidade, o amor de quase todos esfriará…
(Mt. 24:12)

Por que será que observamos através dos tempos cada vez mais a falência do amor?
Estou me referindo a um amor prático, ao amor de compromisso, a um amor de
fidelidade, de cumplicidade. Um amor que resiste à idade, os problemas de doenças,
tentações, que segundo as declarações do apóstolo Paulo em sua carta aos Coríntios, "um
amor que não se porta inconvenientemente, que não busca os seus próprios interesses,
que não se irrita, que não suspeita mal", ou seja, "um amor confiável, um amor que é
justo, que se regozija com a verdade. Que sofre, que crê, que espera e que suporta
tudo". Será que é possível vivenciar esse tipo de amor em nossos dias? Não um amor
platônico ou aquele amor doentio que traz mais insegurança do que estabilidade nos
relacionamentos.

Quando penso no amor, a minha mente têm dificuldade em absorver o envolvimento
pré-nupcial, onde o amor torna-se sinônimo de relacionamento sexual. Quando penso no
amor entre duas pessoas fica difícil imaginar um relacionamento entre homossexuais
onde a cumplicidade desenvolve-se no campo da malignidade e na falta do temor a Deus
cometendo torpezas com seus próprios corpos, onde não somente estão absorvendo
imundícies, como sua alma e seu espírito.

Os poetas, os compositores ou pintores em todas as épocas, tentam de todas as formas
passar para o papel relacionamentos entre pessoas, retratando com muita propriedade
sentimentos negativos ou positivos; porém amar e ser amado só podem ser vivenciados
por quem consegue transformar os seus sonhos em realidade. Isto porque não vivemos
somente de emoções. Temos que ser práticos.

O amor de um casal legitimado pela benção do Senhor, pelos laços do matrimônio e
testemunhado pela sociedade, pode e deve passar na prova do tempo. Infelizmente a
durabilidade de um relacionamento conjugal hoje em dia está deixando e muito a desejar.
A qualidade, a essência do verdadeiro amor não está sendo cultivada pelos casais. O
romantismo é o elo de felicidade de ambos e é sumariamente colocado à prova todos os
dias.

Outro fator também que devemos considerar é a auto-suficiência que encontramos na
vida de muitos casais que chegam a pensar que podem ficar distanciados de Deus. Jesus
Cristo não faz parte de suas vidas. De fato, o Senhor Jesus é convocado apenas, quando
vez ou outra o casamento está por um fio. Logo, os conselheiros entram em ação, os
pastores são procurados para oração, as reuniões na Igreja passam a ser mais visitadas.
Já no tempo do apóstolo Paulo, ele conseguiu detectar estas anomalias, isto é: desvios
que têm sido cometidos nos relacionamentos quando se referem ao amor. E com
simplicidade, deixa-nos um capitulo inteiro, o capitulo 13 de I Coríntios instruindo-nos
com sérias revelações do que é a prática do verdadeiro amor.

Gostaria de deixar com você duas histórias que eu e minha esposa Solange ouvimos no
Seminário Betânia, à alguns anos atrás, quando ainda estávamos nos preparando para o
Ministério. Esta história foi contada pelo professor Patric Dugan. São verídicas e ajuda-nos
a compreender o que é o amor, quando procuramos fazer o melhor para Deus e para o
nosso próximo.

A primeira história é sobre um casal, com aproximadamente dois anos de vida conjugal
que foram passar um período de férias numa fazenda e entre as opções de lazer
resolveram cavalgar. Tudo ia bem, até que o cavalo tropeçou e o rapaz caiu e bateu a
cabeça numa pedra. Levado ao hospital, veio a notícia: ele ficaria tetraplégico. Logo,
aquela jovem começou a ponderar os anos de vida que teria ao lado de um rapaz
inválido. Afinal, ele não tinha mais nada para oferecer-lhe, a não ser trabalho e trabalho.
Ela, jovem, fez a sua opção de separar-se dele deixando-o aos cuidados de seus
familiares. Felizmente, esta primeira história teve um final feliz, pois um tempo se passou
e um milagre restaurou aquela vida quando levado ao encontro de uma missionária
chamada Kathryn Kuhlman, uma mulher tremendamente usada por Deus na área de
cura. Aquele rapaz foi totalmente curado e ficou sem seqüelas. Como podemos ver, era
só uma questão de tempo, infelizmente a sua esposa não soube esperar.

A segunda história é também sobre outro casal. Eles já eram mais idosos, porém o marido
havia contraído uma doença incurável de degeneração dos ossos e estava sendo tratado
clinicamente em casa. Um leito hospitalar foi instalado na residência do casal. Era um
compositor e compunha hinos sacros. Alguns deles fazem parte da coletânea de nossos
hinários evangélicos. Ele compunha suas canções através de um gravador onde dizia as
notas. Sua esposa do seu lado, cuidando dele com muito carinho e amor. Há cada duas
horas sua cama tinha que ser virada para amenizar o seu sofrimento durante os anos. Ela
ali do seu lado amando-o, sem receber nada em troca até o seu falecimento.

Queridos, que tipo de amor você tem vivenciado em seu casamento? O Amor na base do
troca-troca ou o amor na base do comprometimento, do compromisso e da fidelidade? O
que você têm feito para manter a chama acesa do amor por seu cônjuge?

Lembre-se:

01. O amor é paciente é benigno;
02. Não é invejoso;
03. Não se vangloria;
04. Não se ensoberbece;
05. Não se porta inconvenientemente;
06. Não busca seus próprios interesses;
07. Não se irrita;
08. Não suspeita mal;
09. O amor não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
10. Tudo sofre;
11. Tudo crê;
12. Tudo espera;
13. Tudo suporta;
14. O amor jamais acaba.

Estas são as características do verdadeiro amor que você tem por seu cônjuge? Se não
está praticando, que tal começar a partir de agora…

Deus os abençoe.

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